quinta-feira, 3 de março de 2016

Santos Romão e Lupicino - 28 de Fevereiro




Santos Romão e Lupicino – Irmãos peregrinos

Apaixonados pelos Padres do deserto, fundaram mosteiro baseado nas regras de São Pacômio, São Basílio e Cassiano
São Romão entrou para a vida religiosa com 35 anos, na França, onde nasceram os dois santos de hoje. Ele foi discernindo sua vocação, que o deixava inquieto, apesar de já estar na vida religiosa. Ao tomar as constituições de Cassiano e também o testemunho dos Padres do deserto, deixou o convento e foi peregrinar, procurando o lugar onde Deus o queria vivendo.
Indo para o Leste, encontrou uma natureza distante de todos e percebeu que Deus o queria ali.
Vivia os trabalhos manuais, a oração e a leitura, até o seu irmão Lupicino, então viúvo, se unir a ele. Fundaram então um novo Mosteiro, que se baseava nas regras de São Pacômio, São Basílio e Cassiano.
Romão tinha um temperamento e caminhada espiritual onde com facilidade era dado à misericórdia, à compreensão e tolerância. Lupicino era justiça e intolerância. Nas diferenças, os irmãos se completavam, e ajudavam aos irmãos da comunidade, que a santidade se dá nessa conjugação: amor, justiça, misericórdia, verdade, inspiração, transpiração, severidade, compreensão. Eles eram iguais na busca da santidade.
O Bispo Santo Hilário ordenou Romão, que faleceu em 463. E em 480 vai para a glória São Lupicino.
Santos Romão e Lupicino, rogai por nós!
http://santo.cancaonova.com/santo/santos-romao-e-lupicino/

São Romano


São Romano
390-463
Nascido no ano 390, o monge Romano era discípulo de um dos primeiros mosteiros do Ocidente, o de Ainay, próximo a Lion, na França. No século IV, quando nascia a vida monástica no Ocidente, com o intuito de propiciar elementos para a perfeição espiritual assim como para a evolução do progresso, ele se tornou um dos primeiro monges franceses.
Romano achava as regras do mosteiro muito brandas. Então, com apenas uma Bíblia, o que para ele era o indispensável para viver, sumiu por entre os montes desertos dos arredores da cidade. Ele só foi localizado por seu irmão Lupicino, depois de alguns anos. Romano tinha se tornado um monge completamente solitário e vivia naquelas montanhas que fazem a fronteira da França com a Suíça. Aceitou o irmão como seu aluno e seguidor, apesar de possuírem temperamentos opostos.
A eles se juntaram muitos outros que desejavam ser eremitas. Por isso teve de fundar dois mosteiros masculinos, um em Condat e outro em Lancome. Depois construiu um de clausura, feminino, em Beaume, no qual Romano colocou como abadessa sua irmã. Os três ficaram sob as mesmas e severas regras disciplinares, como Romano achava que seria correto para a vida das comunidades monásticas. Romano e Lupicino se dividiam entre os dois mosteiros masculinos na orientação espiritual, enquanto no mosteiro de Beaume, Romano mantinha contato com a abadessa sua irmã, orientando-a pessoalmente na vida espiritual.
Consta nos registros da Igreja que, durante uma viagem de Romano ao túmulo de São Maurício, em Genebra, ele e um discípulo que o acompanhava, depois também venerado pela Igreja, chamado Pelade, tiveram de ficar hospedados numa choupana onde havia dois leprosos. Romano os abraçou, solidarizou-se com eles e, na manhã seguinte, os dois estavam curados.
A tradição, que a Igreja mantém, nos narra que este foi apenas o começo de uma viagem cheia de prodígios e milagres. Depois, voltando dessa peregrinação, Romano viveu recluso, na cela de seu mosteiro e se reencontrou na ansiada solidão. Assim ele morreu, antes de seu irmão e irmã, aos 73 anos de idade, no dia 28 de fevereiro de 463.
O culto de São Romano propagou-se velozmente na França, Suíça, Bélgica, Itália, enfim por toda a Europa. As graças e prodígios que ocorreram por sua intercessão são numerosos e continuam a ocorrer, segundo os fieis que mantêm sua devoção ainda muito viva, nos nossos dias.
FONTE: paulinas em 2014

São Romão, eremita


Comemoração Litúrgica:  28 de fevereiro.

Também nesta data - São Justo e São Serapião

São Romão, que viveu no século 5, foi o primeiro eremita que existiu na França. Natural de Borgonha, entrou bem cedo no célebre e mais antigo mosteiro da França, Ainay. Tendo aprendido os princípios da vida religiosa, retirou-se para a solidão, num lugar chamado Condat, entre a Suíça e Borgonha, onde mais tarde se lhe associou o irmão, Lupicino. Algum tempo viveram juntos, entregues às práticas religiosas, quando começaram a experimentar impertinentes perseguições do demônio, que procurou assustá-los de mil modos. Bastante incomodados com as artimanhas do inimigo, retiraram-se daquele lugar, em demanda de um outro. Surpreendidos pela noite, hospedaram-se na choupana de uma pobre mulher. Esta, sabendo do motivo da fuga, disse-lhes: “Fizestes mal em ter abandonado a vossa casa. Se tivésseis lutado com mais coragem e pedido sossego a Deus, teríeis vencido as insídias do demônio”. Envergonhados com esta advertência, voltaram ao lugar de onde tinham saído e de fato nunca mais o demônio os incomodou.
A fama dos dois santos homens chamou muita gente ao lugar onde estes moravam, uns para pedir conselho, oração e consolo, outros, a estes em maior número, para, sob sua direção, levar uma vida em Deus. Santo Hilário tinha conferido a Romão as ordens do sacerdócio. Junto com seu irmão Lupicino fundou três conventos: o de Condat, hoje Santa Claude, o de Laucone e de la Baume. Ao redor deste último se agrupou a cidadezinha de St. Romain-de-Roche. Estes conventos gozavam de grande reputação na França, devido ao bom espírito, à vida santa que lá se levava. Romão era para todos o modelo de perfeição.
Em certa ocasião fez uma romaria ao túmulo de S. Maurício e levou em sua companhia o monge Paládio. À noite os surpreendeu e tiveram de abrigar-se numa gruta, que servia de albergue a dois leprosos. Grande foi o espanto destes, ao avistarem os dois religiosos na pobre habitação. Romão, para convencê-los de que nada precisavam temer, abraçou-os e beijou-os com muito afeto. Quando, no dia seguinte, os romeiros se despediram dos pobres lázaros, Romão fez o sinal da cruz sobre eles e no mesmo momento a lepra os deixou.
Este grande milagre aumentou ainda mais o grande conceito do Santo, em que o tinha todo o povo.
Romão, porém muito se aborreceu com as honras de que o fizeram alvo e retirou-se para o convento de St. Claude, onde morreu no odor de santidade.
Reflexões:
S. Romão era muito amigo da oração. A oração é um dos meios mais dispensáveis de salvação para todos. Jesus Cristo recomenda a oração, como uma coisa necessária. “Importa orar sempre e não cessar de o fazer”. (S. Lc.  18,  1). “Pedi e recebereis; buscai e achareis; batei e abri-se-vos-á”. “Tudo que pedirdes a meu Pai em meu nome, ele vo-lo dará”. Palavras divinas estas, que nos mostram a utilidade, a eficácia e a necessidade da oração. Para que nossa oração seja eficaz e digna, é preciso que a façamos segundo o exemplo de S. Romão, isto é, com recolhimento e respeito.
S. Romão preparou-se para a morte, por uma boa confissão. A confissão bem feita, na hora da morte, é uma graça extraordinária, que devemos pedir todos os dias, para que Deus no-la conceda. Para que a nossa última confissão seja boa, é preciso que não nos deixemos levar pela onda de tibieza e do indiferentismo.
Acostumemo-nos a confessar-nos freqüentemente e sempre a nossa confissão seja feita com sinceridade e arrependimento. A confissão freqüente e sincera é a melhor garantia, para obter a graça de uma boa confissão na hora da morte.
http://www.paginaoriente.com/santosdaigreja/fev/romao2802.htm

São Romano

NascimentoNo séc. IV
OrdemMonge
EspiritualidadeO monge Romano era discípulo de um dos primeiros mosteiros do Ocidente, o de Ainay, próximo a Lyon, na França, no século IV, quando nascia a vida monástica abaixo da linha do Equador. Ele foi também um dos primeiros monges ocidentais. Romano achava as regras do mosteiro muito brandas. Então, com apenas uma Bíblia, o que para ele era o indispensável para viver, sumiu nos arredores da cidade. Só foi localizado anos depois por Lupicino, que se tornou seu aluno e seguidor. A eles se juntaram muitos outros que desejavam ser eremitas, fundando um mosteiro em Condat e outro em Beaume, desta vez com a disciplina que Romano achava correta. Conta-se que, durante uma viagem de Romano ao túmulo de São Maurício, em Genebra, ele e um discípulo que o acompanhava e que também foi canonizado, São Pelade, hospedaram-se numa choupana onde havia dois leprosos. Romano os abraçou, solidarizou-se com eles e, na manhã seguinte, os dois estavam curados. Diz a lenda que este foi apenas o começo de uma viagem cheia de prodígios e milagres. Voltando dessa peregrinação, São Romano voltou à solidão e assim morreu aos 73 anos de idade.
MorteNo ano de 463, aos 73 anos
Fonte informaçãoOs cinco minutos dos santos
Outros Santos do diaMácario, Rufino, Justo, Teófilo, Cereal, Púpulo, Caio e Serapião, Abércio (mártires); Romano (abade); Basílio (monge); Barso e Osvaldo (bispo); Daniel (fund).
FONTE: ASJ

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